REGIMES PRÓPRIOS: Conselho debate política de investimento
MPS discute tema com representantes do Banco do Brasil
Da Redação (Brasília) - O Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev) deu início, nesta segunda-feira (20), à 37ª reunião ordinária, em Brasília, debatendo as políticas de investimento para os recursos dos Regimes Próprios de Previdência (RPPS).
Para atender as reivindicações dos RPPS de estados e municípios, a respeito da flexibilização das possibilidades de investimento, o Ministério da Previdência Social (MPS) trouxe o tema novamente para o debate, desta vez com a equipe técnica do Banco do Brasil, que apresentou alternativas de aplicações. A Caixa Econômica Federal (CEF) já havia apresentado suas propostas na última reunião em abril.
Proposta - Técnicos do Banco do Brasil levaram alternativas para investimento dos recursos financeiros dos RPPS, para os membros do Conaprev, por meio do seu Banco de Investimentos (BB-BI). Os técnicos do banco apresentaram modalidades de investimento denominadas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII), Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) e o Fundo de Investimento em Participações (FIP), como mais adequadas para o perfil dos RPPS.Os representantes do Banco do Brasil destacaram que o BB-BI está à disposição dos Regimes Próprios para levar estas propostas para cada Instituto de Previdência, particularizando a apresentação desses fundos de acordo com as características regionais.
Após apresentações a respeito da gestão financeira dos RPPS, o Conaprev aprovou a criação de um Grupo de Trabalho interno que irá estudar e debater as propostas que foram apresentadas pelas instituições financeiras ao conselho nas últimas reuniões. O grupo será coordenado por Jayme de Azevedo, do Paraná, e Marcelo Panosso, de Santa Catarina, e terá representantes de diversos estados.
Política de Investimento- Atualmente, os recursos oriundos da arrecadação previdenciária dos segurados são investidos no mercado financeiro, de acordo com parâmetros determinados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) do Banco Central do Brasil (BC). O objetivo dessas aplicações é garantir o equilíbrio financeiro destes regimes em longo prazo e reduzir a necessidade de financiamento dos institutos mais antigos.
As determinações do CMN determinam que essas aplicações sejam de baixo risco e as possibilidades de investimento ainda são consideradas restritas pelos dirigentes de RPPS.
Natália OliveiraAscom/MPS
Fonte:
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