
Os Servidores lotaram o Plenarinho da Alesc, no dia 26 de abril, para deliberar as reivindicações e lutas da categoria.
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Os encaminhamentos desta Assembleia Geral foram definidos após a categoria avaliar que a falta de um diálogo permanente por parte do presidente da Alesc com o Sindicato causa prejuízos aos servidores. Até o momento, neste primeiro semestre, o Sindicato foi recebido uma única vez em audiência e apesar do presidente ter garantido que as portas estariam abertas as negociações não seguem adiante.
Por outro lado, a categoria quer uma resposta imediata e se as negociações não forem retomadas mais mobilizações serão realizadas na Casa, como a exemplo do Ato Público em defesa da moralidade na Alesc que aconteceu em outubro de 2011.
PONTO BIOMÉTRICO
A verdade precisa ser divulgada
O Sindalesc entende que na discussão sobre o ponto biométrico existe um componente político que envolveu o Poder Legislativo e a opinião pública, tendo como alvo os servidores do quadro de carreira da Casa.
Desde 2011, a Alesc vem sendo palco de denúncias na mídia, protagonizada por vários agentes políticos. O controle de assiduidade dos servidores foi um dos destaques que culminou na formalização de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre a Alesc e o Ministério Público para garantir a moralidade e a transparência administrativa na Casa.
Acontece que alguns parlamentares, com a ousadia de conquistar eleitores e se projetaram perante a opinião pública como “guardiões da verdade”, focaram seus ataques contra a categoria inserindo o parlamento nesta cruzada contra o serviço público.
Para mostrar à sociedade catarinense que o resultado das ações implementadas estão corretas, o Parlamento Catarinense está encobrindo as irregularidade que o sistema de assiduidade apresenta e penaliza injustamente muitos servidores, sem possibilitar o direito de contraditório e a ampla defesa.
Sobre este fato torna-se importante divulgar a verdade e esclarecer que em nenhum momento a Alesc ofereceu aos servidores informações sobre o funcionamento do ponto. Não existe cruzamento de dados entre a Diretoria de Recursos Humanos (DRH) com o controle de assiduidade e em inúmeros casos o sistema simplesmente não funcionou.
Os coordenadores de setor não conseguiram compreender as funcionalidades que o sistema apresentava, e como era de se esperar, os únicos que sofreram com as inconsistências foram aqueles que sempre estiveram em dia e comprometidos com o seu trabalho.
Para piorar, a solução dada pela gestão administrativa foi a averiguação caso a caso dos servidores que comprovarem o erro do sistema, sendo que esta situação desconsiderou um período de adaptação ao ponto e também está desprovida do princípio da impessoalidade, causando um desconforto ainda maior para o conjunto da Alesc.
Como a decisão do presidente da Alesc é unilateral, a Assembleia Geral decidiu por unanimidade iniciar medidas judiciais para salvaguardar a dignidade dos servidores.
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